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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Paciência

PACIÊNCIA. Aceitar as imperfeições dos outros e as próprias.

 A paciência exige que tenhamos com os outros a mesma atitude que desejamos que tenham conosco.
Às vezes achamos que aqueles que nos cercam têm emoções, ideias, prioridades, percepções e desejos semelhantes aos nossos e nos esquecemos de que todos os seres humanos têm diferenças.
Por não termos consciências disso é que temos conflitos nos nossos relacionamentos. Expressamos nossa impaciência com atos e palavras que certamente trarão resultados negativos á relação.
Paciência é a disposição de querer entender o motivo por trás da agressividade do outro. Paciência nos torna capazes de romper o ciclo da raiva, mesmo quando somos ofendidos. Significa acolher os sentimentos do outro e ajudá-lo a sair desse estado.
Para compreender o que se passa na cabeça do outro, você precisa de paciência. È necessário fazer perguntas para entender os pensamentos e sentimentos de outra pessoa. O diálogo é essencial nessa tarefa. Paciência não significa concordar com alguém para evitar uma discussão. Podemos não aprovar o comportamento, mas se compreendermos o que se passa na mente e no coração de nosso interlocutor, seremos capazes de responder de modo mais construtivo.
  Isso deve acontecer no momento certo, nunca numa explosão de raiva, nesse caso o mais sensato a fazer é ficar calado e fazer do ato de escutar um instrumento para lidar com a frustração da pessoa. Quando ouvimos antes de falar, nos tornamos mais capazes de dizer palavras de apoio e consolo.
Emoções, conflitos e necessidades humanas raramente são bem organizadas e muitas vezes criam tumulto interno. Aprender a administrá-los de modo positivo é fundamental.
O ser humano deve sempre ter prioridade. Não devemos esquecer-nos disso, ele pode não ser perfeito, mas tem seu valor.
Se quisermos amar os outros, precisamos ser pacientes com nós mesmos.
Mais importante do que aprender a ser paciente com os outros é ser paciente com nós mesmos Tudo na vida é um processo, inclusive aprender a ser paciente. O psicanalista mundialmente famoso Erich Fromm afirmou: “Para se ter uma ideia do que é a paciência, basta observar uma criança aprendendo andar. Ela cai, levanta, torna a cair,levanta outra vez e no entanto continua tentando, melhorando , até que um dia anda sem cair. O que não poderia o adulto realizar se tivesse a paciência da criança e sua concentração nos objetivos que lhe são importantes?”
Nosso cotidiano é sempre carregado de estresse, devido a tantas responsabilidades, é natural ficarmos impacientes ao sentirmos a pressão da vida sobre nós. Na ânsia de fazer tudo ao mesmo tempo, acabamos cobrando de nós mesmos mais do que podemos realizar. Irritadas, nos censuramos: Como pude ser tão idiota? Não acredito que fiz isso. Querida essa autoacusação não ajuda em nada, só vai nos conduzir a um desanimo ainda maior.
Outro passo que ajuda no processo de desenvolver a paciência é perceber que ser impaciente não contribui para melhorar a situação. Além de não resolver o problema a reação impaciente pode magoar os outros e nos constranger, não demonstra nada de amor é inútil. 
O passo final para desenvolver a paciência é concentrar-se na solução do problema e não na pessoa.  Perdemos a paciência por coisas tão insignificantes que se tivéssemos nos concentrado na solução do problema e não na pessoa, certamente alcançaríamos êxito e não permitiríamos que nossa impaciência desgastasse nosso relacionamento.
Se quisermos fazer do amor um estilo de vida, devemos priorizar a nós mesmos e aos outros aceitando que nosso valor como pessoa é mais importante que nossas imperfeições.
Comece hoje mesmo.


Um comentário:

Agregador Teia mulher disse...

Oi Angela.
Sua postagem foi divulgada no agregador Teia Mulher.
Até mais